Levantamento dos bens
Identificação de imóveis, veículos, contas, investimentos, quotas, valores a receber e outros direitos.
Orientação para herdeiros que precisam abrir inventário, regularizar bens, organizar documentos e conduzir a partilha de forma segura.
O escritório auxilia herdeiros na abertura de inventário, partilha de bens, regularização de imóveis herdados, análise de documentos e condução jurídica do procedimento.
O inventário pode ser necessário quando uma pessoa falece deixando bens, direitos, imóveis, veículos, contas bancárias, dívidas ou valores a receber.
A abertura do inventário organiza juridicamente a transmissão da herança. É nesse procedimento que se levantam os bens, dívidas, documentos, impostos e a forma de partilha entre os herdeiros.
Quando há imóveis, herdeiros em desacordo, documentos incompletos ou necessidade de venda dos bens, a orientação jurídica ajuda a evitar decisões precipitadas e atrasos na regularização patrimonial.
A análise inicial ajuda a organizar documentos, identificar bens e dívidas, avaliar custos e definir o caminho mais adequado para a partilha.
Identificação de imóveis, veículos, contas, investimentos, quotas, valores a receber e outros direitos.
Verificação de débitos, financiamentos, impostos, despesas do imóvel e obrigações que podem afetar a partilha.
Conferência de certidão de óbito, documentos dos herdeiros, matrículas, contratos, certidões e dados patrimoniais.
Avaliação de ITCMD, certidões, emolumentos, custas e demais despesas necessárias à regularização.
Análise de matrícula, contratos, posse, pendências e caminhos para transferir ou regularizar imóvel herdado.
Orientação sobre divisão dos bens, direitos dos herdeiros, meação, acordos e pontos que exigem cautela.
Verificação dos requisitos para escritura pública de inventário extrajudicial, quando possível.
Acompanhamento quando há conflito, herdeiro incapaz, exigência judicial ou questão que precise ser resolvida em processo.
Orientação para organizar documentos e reduzir atrasos por pendências, certidões vencidas ou informações incompletas.
Análise de divergências sobre uso, venda, administração, ocupação de imóvel ou prestação de contas.
Avaliação de imóveis sem registro, contratos particulares, direitos possessórios e documentação incompleta.
Definição de providências, responsáveis, documentos faltantes e caminho adequado para conduzir o inventário.
O inventário extrajudicial pode ser realizado em cartório quando há consenso entre os herdeiros, todos são capazes e os requisitos legais estão presentes. Nessa hipótese, o procedimento costuma ser formalizado por escritura pública, com acompanhamento obrigatório de advogado.
Já o inventário judicial é necessário em situações de conflito, existência de herdeiros incapazes ou quando há alguma questão que precisa ser resolvida pelo Judiciário. Também pode ser indicado quando a documentação ou a situação patrimonial exige providências específicas.
A escolha entre uma via e outra depende do caso concreto. Antes de iniciar, é importante analisar documentos, bens, dívidas, herdeiros, impostos e eventuais pendências que possam afetar a partilha.
Uma orientação inicial pode ajudar a entender se o caso pode seguir em cartório, quais documentos são necessários e quais cuidados devem ser observados na partilha dos bens.
O BMadv auxilia na análise do caso, organização documental, definição do caminho adequado e condução jurídica do inventário, seja judicial ou extrajudicial.
A orientação considera herdeiros, bens, dívidas, documentos, conflitos, custos e objetivos da família antes da definição dos próximos passos.
O atendimento ajuda a avaliar se o inventário pode seguir em cartório ou se precisa de processo judicial para resolver divergências e pendências.
A condução segura começa pela organização das informações. Depois disso, é possível avaliar custos, impostos, documentos faltantes e o caminho judicial ou extrajudicial.
Verificação do falecimento, herdeiros, bens, dívidas, documentos disponíveis, urgências e objetivos da família.
Levantamento de certidões, documentos pessoais, matrículas, contratos, dados bancários, veículos e informações fiscais.
Avaliação sobre a possibilidade de inventário extrajudicial em cartório ou necessidade de inventário judicial.
Orientação sobre ITCMD, certidões, despesas cartorárias, custas e documentos necessários para avançar com segurança.
Condução dos atos necessários, orientação aos herdeiros e cuidado com exigências judiciais ou cartorárias.
Adiar o inventário pode tornar a regularização mais difícil, especialmente quando há imóveis, herdeiros em desacordo ou necessidade de venda dos bens.
O atraso pode gerar multa relacionada ao ITCMD, dificultar a venda ou transferência de bens e manter imóveis em nome da pessoa falecida por tempo indeterminado.
Também é comum que conflitos entre herdeiros se agravem quando não há regras claras sobre uso, conservação, aluguel, venda ou pagamento de despesas dos bens deixados.
A análise jurídica ajuda a identificar o melhor caminho para organizar a documentação, avaliar custos e conduzir o procedimento com segurança.
A análise dos documentos permite identificar o melhor caminho para abrir o inventário, organizar a partilha, regularizar bens e evitar atrasos que dificultem a segurança patrimonial da família.
Imóveis costumam exigir atenção especial no inventário, seja para transferência, venda, regularização documental, partilha ou definição de uso entre os herdeiros.
Sem inventário, o imóvel pode permanecer formalmente em nome da pessoa falecida, mesmo quando já é usado pelos herdeiros ou quando a família precisa vender o bem.
A análise deve considerar matrícula, contratos, posse, cadastro municipal, escritura, débitos, impostos e eventual acordo entre os herdeiros sobre venda, uso, aluguel ou partilha.
Nem todos os documentos são obrigatórios no primeiro contato. O escritório pode orientar a organização inicial conforme os bens, herdeiros e pendências existentes.
Inventários envolvem relações familiares, documentos, impostos, imóveis e decisões patrimoniais. A condução deve respeitar o contexto de cada família.
Cada inventário é avaliado conforme bens, herdeiros, documentos, dívidas e objetivos da família.
Orientação em inventário, herança, partilha, imóveis e regularização patrimonial.
Atenção a matrículas, contratos, posse, venda, transferência e pendências de imóveis herdados.
Explicação objetiva sobre documentos, custos, alternativas e próximos passos.
Organização das informações e documentos necessários para compreender o caso antes de definir a estratégia.
Cuidado com acordos informais, atrasos, exigências cartorárias e decisões sem base documental.
Diogo Brescansin Mattar
OAB/PR 89.425
O Direito não deve ser apenas uma resposta ao conflito, mas uma ferramenta de organização, proteção e planejamento.
Com mais de 15 anos de atuação, o escritório desenvolve soluções jurídicas para pessoas, famílias, empresas e organizações que buscam segurança em decisões patrimoniais, tributárias, imobiliárias, sucessórias, administrativas e civis.
Nossa atuação une técnica, estratégia e sensibilidade para compreender não apenas a questão jurídica apresentada, mas também o contexto econômico, familiar, empresarial e institucional que a envolve.
Em cada caso, buscamos transformar complexidade em clareza, risco em planejamento e decisões difíceis em caminhos juridicamente mais seguros.
Respostas objetivas para herdeiros que precisam entender prazos, documentos, cartório, Judiciário, conflitos familiares e regularização de bens.
O inventário costuma ser necessário quando a pessoa falecida deixou bens, direitos, valores, imóveis, veículos, dívidas ou questões patrimoniais que precisam ser formalmente regularizadas.
A regra geral do Código de Processo Civil é iniciar o inventário em até 2 meses, contados da abertura da sucessão. O atraso pode gerar multa relacionada ao ITCMD, conforme a legislação aplicável.
Pode, quando há consenso entre os herdeiros, todos são capazes e os requisitos legais estão presentes. A análise dos documentos indica se o inventário extrajudicial é viável.
Quando não há consenso, pode ser necessário inventário judicial para resolver divergências sobre divisão dos bens, administração da herança, venda de imóveis ou prestação de contas.
Pode ser necessário analisar direitos sobre o imóvel, posse, contrato, matrícula e histórico documental para definir como tratar o bem no inventário e na regularização patrimonial.
A venda formal costuma depender da regularização sucessória ou de autorização adequada. Negociações antes da partilha exigem cautela para evitar riscos aos herdeiros e compradores.
O uso exclusivo por um herdeiro pode exigir acordo, prestação de contas ou discussão no inventário, especialmente quando os demais herdeiros discordam ou há prejuízo à partilha.
Em geral, são analisados certidão de óbito, documentos dos herdeiros, certidão de casamento ou união estável, documentos dos bens, dívidas, certidões e informações sobre impostos.
As despesas podem envolver imposto, certidões, escritura, custas, emolumentos e honorários. A forma de pagamento depende do caso, dos bens e da organização entre os herdeiros.
Sim. O acompanhamento por advogado é necessário tanto no inventário judicial quanto no inventário extrajudicial realizado em cartório.
A análise jurídica adequada ajuda a evitar atrasos, conflitos entre herdeiros, problemas com imóveis e prejuízos na partilha.
Esta página tem caráter informativo. A definição entre inventário judicial ou extrajudicial, prazos, custos e medidas necessárias depende da análise individual dos documentos.